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Quero vaga e taça no armário

julho 30, 2010

            A notícia da semana até aqui é a definição da direção e comissão técnica (creio eu estar incluída na decisão) que a Copa Sul-Americana passou a ser (um dos) objetivo no ano (no discurso, vamos ver na prática). Força máxima na competição que leva à Copa Libertadores.

             Nada mais lógico estando na 18ª colocação do Campeonato Brasileiro e a OITO pontos do G-4, do que focar em uma competição que começa do zero, se decide no mata-mata (temos que resgatar nossa fama de copero) e conta este ano com prestígio de dar vaga a maior das competições das Américas.

            Fora isso, o que é melhor?

–> Lutar por uma segunda, terceira e quarta colocações no campeonato nacional. Porque chegar à liderança é utopia (a diferença para o 1º colocado hoje é de TREZE pontos).

–> Ou se tornar Campeão, algo que combina mais com o Grêmio.

            Chega de se contentar com uma vaga à Libertadores, quero vaga e taça no armário. Por isso, a Copa Sul-Americana deve ser prioridade. Dia 5 de agosto estreamos contra o Goiás, às 19h30, no Serra Dourada. Dia 12, mesmo horário, o jogo da volta no Olímpico. Depois que venham uruguaios, argentinos, paraguaios…

Valor agregado

            No passado, muitos gremistas torciam o nariz para a competição e a desmoralizaram (com certa razão). Muito disso foi feito porque o rival chegou a conquistá-la em 2008. De fato, a Copa Sul-Americana dos anos anteriores interessava a poucos e não levava aos céus. Mas tinha o seu valor.

            Primeiro, o financeiro. Segundo, um título sul-americano não é de se jogar fora. Terceiro, o direito de conquistar a Recopa Sul-Americana (medir forças contra o então Campeão da América). Quarto, o direito de conquistar a Copa Suruga (tá, esse sim descartável).

            A mim a Copa Sul-Americana sempre teve certo atrativo. Em 2010, agrega o valor que tem uma vaga à Copa Libertadores. Tornou-se cobiçada, de quebra competitiva. Mais difícil, menos moleza do que outrora ela já foi.

GRE-nal

            Domingo de GRE-nal na beira do lago. Contra os reservas colorados, dizer que a vitória é obrigação e fundamental não passa de obviedade. A equipe não deve contar com Fábio Rochemback, iremos então de Ferdinando. De resto, a mesma equipe. Com 3-5-2 para proteger a zaga. Primeiramente não levar gols, para depois fazê-los.

            A possibilidade de Souza é remota ou nenhuma para a titularidade, mas talvez apareça no banco de reservas. Reforço importante que chega nessa altura do campeonato. Muitos o criticam por ‘levar a bola para casa’, mas sua ausência nas jogadas individuais, nas cobranças de falta e nos gols foi sentida por todos.

Vamos Grêmio!

Rodrigo Rodrigues – Blog e Twitter

Esta é a Coluna Antes do Fim, escrita (quase) sempre às sextas.

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6 Comentários leave one →
  1. Rennan Oldra permalink
    julho 30, 2010 3:53 pm

    Minha opinião é de que com o Souza ao lado do Douglas ele consiga, quem sabe, jogar um pouco melhor, pois ele precisa de um cara rápido, que se posicione bem e que esteja se movimentando constantemente. O Douglas é lento, fato, ele precisa de um cara que se movimente bastante e possa dar mais espaço pra ele, pois queiram ou não ele é um jogador de muita técnica e bom passe!

    • Rodrigo Rodrigues permalink*
      agosto 1, 2010 3:41 pm

      Foquei na importância da individualidade de Souza para a equipe. Não quis entrar na importância dele para o esquema tático.

      Mas você tem total razão, e eu acho a mesma coisa, quem ganhará com Souza na equipe será Douglas.

      Abraço.

  2. Firmino permalink
    julho 31, 2010 5:09 pm

    Claro que a taça Suruga é bastante irrelevante no geral, mas acho que para o Grêmio seria uma boa disputa por um simples motivo: a ida do Grêmio ao Japão provavelmente despertaria a curiosidade dos torcedores do Kawasaki Frontale. Quanto maior o contato, maior a possibilidade de vender nossa marca por lá, e nunca é demais “bricar” com um dos maiores mercados consumidores do mundo.

    • Rodrigo Rodrigues permalink*
      agosto 1, 2010 3:51 pm

      Você está certo quando diz que a Copa Suruga tem apelo mercadológico para qualquer equipe. Mas na minha visão precisamos fortalecer nossa marca por aqui (Brasil e América do Sul), antes de buscar outros mercados. Mas é importante a competição por essa questão levantada por ti.

      Já quanto ao Kawasaki Frontale, não sei o que você quis dizer quanto a ‘contrato’. Se caso foi a respeito da parceria que existiu com o clube japonês na década de 90, ela não mais existe há algum tempo. Ficaram as cores azul, preto e branco, se foi a parceria.

      E preferiria “brincar” com o mercado japonês em outras circunstâncias, em competição lá pelo mês de dezembro.

      Abraço.

  3. Alfredo Carlet permalink
    agosto 1, 2010 4:27 am

    Com realismo, humildade: primeiro pontuar até os 47 pontos para permanecer na divisão primeira.

    • Rodrigo Rodrigues permalink*
      agosto 1, 2010 3:54 pm

      Sei do temor do rebaixamento, mas não acredito ou não quero acreditar que seja possível com essa equipe de jogadores que aí está no Grêmio.

      Por isso mesmo, pontuaremos o bastante e focaremos em outro objetivo maior.

      Abraço.

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