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A ‘verdade’ nas mãos erradas

fevereiro 27, 2010
Ontem ele foi personagem da coluna ‘A Letra do Bonatto’, escrita pelo Cristian Bonatto no Blog do Torcedor. Hoje ele será aqui. Os motivos são os mesmos, os assuntos não.

Bonatto preferiu deixar no ar seu nome. Quem é bom entendedor, meia palavra basta. Não colocou nem a ‘inspiração’ (o link do texto) que o fez escrever.

Não farei isso. É preciso colocar nome ao boi.

Wianey Carlet. Esse é o nome. [Peço licença e não quero ser desrespeitoso a um de nossos leitores e comentaristas mais ativos no Grêmio 1903. Alfredo Carlet, você não é parente dele, é? Se é, pare aqui. Se não, desculpa eu.]

O motivo do texto ‘Sequestradores de futebol e suas exigências‘, de Bonatto, foi o tal projeto de Lei já em tramitação na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, que se baseia na Lei que determina 23h15 como horário limite para o fim de jogos de futebol e esportes em geral, aprovada na Câmara de São Paulo na quarta-feira. Mas sua inspiração para escrevê-lo partiu do texto ‘Futebol em Porto Alegre tem hora para terminar‘, escrito por Wianey Carlet em seu blog. Não há razão para me estender nisso, Bonatto o fez com qualidade que lhe é habitual. O Wianey poderia aprender com ele.

Vamos ao que me propus fazer antes de sentar à frente do computador.

Às vésperas da decisão do 1° turno, Grêmio x Novo Hamburgo, ontem para ser mais preciso, Wianey Carlet voltou a dar de suas facetas em texto publicado no seu blog. Com o título ‘Grêmio prevê público de Libertadores no domingo‘, Wianey cometeu um pecado, sacrilégio, blasfêmia! Comparou Copa Libertadores da América e Campeonato Gaúcho de Futebol, concluindo que nós torcedores damos o mesmo valor às duas competições.

Vejamos o primeiro trecho (editado) do texto:

Na terça-feira, o Inter fez a sua estréia na Libertadores diante de 40 mil colorados. Se os dirigentes do Grêmio estiverem certos quanto à previsão de 35 mil torcedores no domingo, estaremos diante de duas torcidas que emprestam valor aproximado para a Libertadores da América e o título da Copa Fernando Carvalho, apenas o 1° turno do Gauchão.”

1° – O Inter apenas estreava na competição sul-americana, o Grêmio jogará a final da primeira parte do estadual.

2° – Qual foi o público no Olímpico na estreia do Grêmio no Gauchão? Dez ou doze mil torcedores, já tivemos público de quatro mil no Gauchão.

Agora, o segundo e último trecho (editado) do texto:

Se confirmar o público projetado, poderão ser eliminados aqueles discursos pedantes e desagradáveis, sempre ouvidos quando o Grêmio e, às vezes, o próprio Inter, disputam a Libertadores: “Não queremos o Gauchão. Esta competição menor fica para eles, nosso negócio é Libertadores”, etc. Se a torcida Gremista for ao Olímpico em grande número, estará demonstrando que o Gauchão é importante, sim, para os torcedores.”

1° – Se o público for grande, é por ser uma decisão. Isso não acontecerá pela primeira vez, o tal ‘Fenômeno de Carlet‘. Em outros anos, em finais de Gauchão que não houve GRE-nais, o estádio lotou da mesma forma e ninguém falou nada. E 1° turno, 2° turno ou final do Gauchão é a mesma coisa – todos valem o mesmo: quase nada.

2° – Não será por um público de 35 mil torcedores que o discurso irá mudar. O Gauchão não serve para nada mesmo, é só um ‘engana bobo’. Gauchão ganho salva um ano de fracassos, mas em um ano de sucessos é mais um a esconder no armário lotado deles. Esse ano eu quero ganhar a Copa do Brasil, jogar a Libertadores ano que vem e desdenhar o Gauchão uma vez mais.

3° – Se a torcida do Grêmio for ao Olímpico em bom número, não será porque o Gauchão é importante. Será muito mais para ver o time jogar, levantar um título e cantar em coro um ‘Balancê, Balancê‘ inesquecível ao convidado especial Fernando ‘Pedalado‘ Carvalho.

Agora me ponho a refletir. Como pode um jornal tão conceituado e uma rádio tão influente, aceitar de bom tom que um despreparado colunista e comentarista, que se diz jornalista como tantos outros depreparados da nossa crônica gaúcha, escreva e tenha espaço privilegiado para tantos absurdos.

Nos dois textos que indiquei acima, sobre a Lei das 23h15 e importância do Gauchão, Wianey Carlet mostra uma incapacidade de analisar prós e contras, de avaliar infinitas possibilidades. Aparentemente ele só vê um lado da moeda, esquece que nela há sempre dois lados.

Mas o que mais me intriga é o fato de o seu blog ser um dos mais acessados e comentados de todo o ClicRBS. Como pode? De que lado está a verdade? Quem está errado?

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16 Comentários leave one →
  1. Sancho permalink
    fevereiro 27, 2010 6:14 pm

    Sou gremista e, para mim, Gauchão sempre valeu e muito. Sinceramente -e quem se ofender, paciência-, é BURRICE denegrir a competição que fez do Grêmio o clube GRANDE o qual conhecemos.

    No mais, Wianey está corretíssimo em tentar valorizar um produto adquirido pela empresa que lhe paga os salários.

    Não nos esqueçamos, que essa competição rende o primeiro título da temporada (em maio), e R$4.000.000,00 para um clube falido como o nosso.

    Pergunto, quem desdenha o Gauchão, cobriria esse valor nos cofres do clube?

    Pois é…

    • Rodrigo Rodrigues permalink*
      fevereiro 27, 2010 8:16 pm

      Sancho,

      1° – Para mim Gauchão vale um título muito inferior a qualquer outro que disputaremos este ano. Se você se contenta paciência. Só digo uma coisa, década de 50, 60 e 70 já passaram e a importância do Gauchão se foi junto. Estamos em 2010.

      2° – Hoje Gauchão não faz o time do Grêmio grande, bem pelo contrário. Por isso a necessidade de vencer um grande título.

      3° – Não sei o que te fez pensar ou interpretar o texto do ponto de vista financeiro. Não está aqui em discussão importância financeira de determinada ou outra competição.

      4° – Se o grande e genial Fábio Koff já desdenhou o Gauchão, eu, um torcedor comum, me reservo o direito de ignorante de desdenhá-lo também. O Fábio Koff é burro?

      5° – Na boa, esse papo de ‘valorizar o produto adquirido pela empresa que lhe paga salários’ é mais lamentável ainda. É jornalista ou contador de histórias?

      Abraço.

  2. Sancho permalink
    fevereiro 27, 2010 6:16 pm

    AH! E quem não gosta do Gauchão, aproveite e vá para praia neste final-de-semana.

    • Rodrigo Rodrigues permalink*
      fevereiro 27, 2010 8:17 pm

      Desculpe, estarei no Olímpico amanhã. Não por valorizar o Gauchão, mas por ser Gremista e querer tirar um sarro do ‘Pedalado’.

      Abraço.

  3. Sancho permalink
    fevereiro 27, 2010 6:17 pm

    E se gosta tanto da Libertadores, que assista os jogos do co-irmão! Eles combinam mais com tanta amargura…

    • Rodrigo Rodrigues permalink*
      fevereiro 27, 2010 8:18 pm

      Pode crer que verei a Libertadores. Mas não os jogos do Inter, tem outras equipes para assistir. E no ano que vem espero desdenhar o Gauchão por estar na Libertadores.

      Abraço.

  4. fevereiro 27, 2010 6:22 pm

    Excelente artigo, Rodrigo.

    O Wianey Carlet tem uma opinião muito dependente aos interesses da televisão (RBS + Globo) e da FGF. Isso é visível em seu blog. É aquele jornalista que aparenta ser “confiável” aos seus “patrões”.

    Já tive que ler as asneiras para defender jogos antes das 18h em pleno pleno verão e no horário de verão (e pior, muitos defendendo a sua idéia) e agora mais essa.

    Uma coisa que odeio no WC e usa isso como uma forma infeliz de mascarar a realidade é que ele costuma publicar em seu blog por meio de posts os comentários que são favoráveis as suas idéias, dando a entender que ele estaria certo e conta com o apoio da maioria. Duvido que a maioria defenda uma partida de futebol em plena temperatura de 37°C com sensação de 40°C.

    Impressionante também é ele ter uma ânsia de supervalorizar o Gauchão que não corresponde a atual realidade. Quero ver o Grêmio erguer essa taça, naturalmente, mas nos tempos atuais, o estadual é apenas um título de segunda importância. Acho bonito comemorar e fazer festa por qualquer título, mas se um clube grande for mal no Brasileiro, Copa do Brasil ou Libertadores, não será o estadual que irá confortar o sentimento de frustração desse torcedor.

    Quanto ao assunto sobre os horário, eu defendo essa idéia. Aqui em São Paulo, os serviços metroviários e ferroviários se encerram meia-noite. Quem mora no ABC Paulista ou em qualquer cidade da região metropolitana, somente tem o carro como opção.

    E o caro colega jornalista esquece que a essência do futebol é o torcedor. Se não fosse aqueles que vão ao estádio, não haveria espetáculo e logo o futebol perderia a sua razão de existir. O que há na visão dele é uma inversão de valores.

    Em qualquer estabelecimento comercial, até mesmo em entretenimento (cinema, teatro e outros), tudo se baseia para oferecer ao cliente o mais absoluto conforto. No futebol, isso não existe, pois o torcedor é tratado como gado, apanha da PM, é obrigado a assistir aos jogos beirando à madrugada, sendo que há trabalho no dia seguinte. Está tudo errado.

    Abraço.

  5. fevereiro 27, 2010 6:29 pm

    Sancho, o problema não é *apenas desvalorizar o Gauchão. Também é supervalorizá-lo.

    Talvez esse seja o único trecho que faço como ressalva no texto do Rodrigo,o de desdenhar a competição, mas de resto, o artigo está excelente.

    Mas há de convir que defender não é mascarar a realidade. Quando chega a esse ponto, partimos para mentira. Essa comparação do WC entre o Gauchão e Libertadores é infeliz, pelo nível de importância existente nas competições e pelos argumentos passados pelo Rodrigo.

    Antes, os estaduais eram o principal objetivo de qualquer clube. Hoje, não duvido que haja torcedor preferindo a Sul-Americana. Como escrevi antes. Se um clube grande for mal em competições nacionais e continentais, não será o estadual que irá confortá-lo.

    Apesar disso, irei sim comemorar se o Grêmio erguer a Taça Fernando Carvalho. Porque como todo time grande, o Grêmio tem obrigação de brigar por qualquer taça que estiver ao seu alcance e que não o desvie de um objetivo maior. Além disso, é bonito ver a festa do torcedor, independente dessa discussão.

    *Fiz uma alteração no comentário, para expor melhor as minhas idéias.

  6. fevereiro 28, 2010 10:30 pm

    Wianey, primo que , infelizmente, não conheço pessoalmente é profissional que admiro. Lógico que suas preferências e idéias considero, mas posso discordar de algumas delas. Faz parte das relações civilizadas. Concordar ou não é saudável. Democracia gente!

  7. Sancho permalink
    fevereiro 28, 2010 11:51 pm

    Não posso responder diretamente no comentário, faço aqui.

    Rodrigo, você tem que entender que o Gauchão só poderá ser considerado MENOR que qualquer outro título no final da temporada. Se em dezembro, teremos outros títulos a ponto de dizer que o Gauchão pouco valeu, isso é uma questão que não sabemos no início da temporada. Quando a temporada começa, nem uma competição é irrelevante; nem a Copa FGF, quanto mais o Campeonato Gaúcho.

    Se no final, é só um título que temos, é ESSE o que vale. Se não fosse assim, por que se importar? Se a única competição que vale é o Mundial, qual o significado de todos os outros títulos que disputamos? Qual diferença entre ser quarto do Brasileiro ou campeão? Isso não faz nenhum sentido. Um título é melhor que mil vices.

    Ademais, quando maio chegar, o Estadual terá sido a única competição em que o Grêmio poderia ser campeão em 2010. Aliás, até AGOSTO, só os campeões estaduais terão títulos. Se você quer tratar esses meses do ano como irrelevantes, o problema é seu, mas o fato é que eles não são. Até agosto, o Gauchão é só o que se terá. Até agosto, o Gauchão é a ÚNICA coisa que vale.

    Um abraço.

    • Rodrigo Rodrigues permalink*
      março 1, 2010 10:37 am

      Sancho,

      Te entendo. Não ache que eu não comemoro Gauchão, as vitórias que vem ocorrendo, o título conquistado neste domingo. Comemoro, porque afinal o Grêmio venceu. E é isso que sempre queremos. Mas elevá-lo, nos dias de hoje, a um patamar maior do que se deve é fugir da realidade e dos verdadeiros objetivos do ano para dois clubes como Grêmio e Inter, e esse é o ponto crucial do texto do blog, posso ter desviado um pouco o assunto proposto, admito. Talvez não precisasse esculachar o estadual para me fazer entender.

      Essa tua questão sobre até maio será o único título que podemos comemorar, na boa, a Copa do Brasil tá rolando, o calendário está passando e o Brasileirão vai começar logo depois. Não vamos colocar a carreta na frente dos bois. Esse pensamento é meio simplório.

      Abraço.

  8. Sancho permalink
    março 1, 2010 12:01 am

    Tudo bem que o Gauchão é mal organizado, mal vendido, e tudo o mais, mas a dizer que não vale nada vai uma distância enorme!

    Tchê, nasci em 1980, e lembro do hexacampeonato de 1990; da confusão do campeonato de 1991 (o Inter fugiu do antidoping); do título de 1993 (com Dener e Cassiá); do Banguzinho de 1995 (que festa!); da Máquina de 1996 (sobramos no campeonato); da tristeza de 1997 (gol do Fabiano, num frio de rachar e eu fervia de febre); da vergonha de 1998 (eliminação para o Brasil); do título com o Ronaldo sobre o Dunga em 1999. O Gauchão era importante até anteontem!

    Eu não entendo de onde surgiu essa aversão ao campeonato gaúcho que nesses anos NÃO existia. Mesmo quando Koff chamou de “cafezinho”, ele só fez porque achava que o Inter fosse vencê-lo; mas quando ganhou festejou como os demais torcedores: muito! Estou para dizer que o desdém pelo Estadual é resquício do deslumbramento da ISL (cuja conta ainda pagamos)…

    • Rodrigo Rodrigues permalink*
      março 1, 2010 11:04 am

      Tu viu só, a maioria aconteceu em um GRE-nal. E aí está a única graça do Gauchão. Ter final entre Grêmio e Inter, e obviamente ganhar deles. Pois o Gauchão inteiro é a mesma coisa todo ano: o Grêmio joga bem ou mal, vence (vide ontem). Quando isso não ocorre, tragédia na Azenha. É por isso que eu não acho muita graça nessa peleia.

      As exceções são 1996 e 1998. Em 1996, pobre Juventude. Em 1998, você mesmo chamou de vergonha perder para o Brasil de Pelotas. Eis mais um motivo pelo qual não gosto do campeonato. Se ele fosse grande, teríamos grandes adversários para enfrentar. Mas só temos um. Quando ocorre uma desclassificação, que não seja para o Inter, vira uma vergonha, uma mancha na história como essa em 1998 com o Brasil de Pelotas. E qual a razão para isso? Porque perdemos para uma droga de um Brasil de Pelotas, com todo o respeito aos xavantes. Qual a graça nisso, todo ano a mesma coisa, salve raras exceções.

      A aversão ao Gauchão surgiu a partir do momento que ela passou a atrapalhar a temporada e calendário da dupla GRE-nal, cujos reais objetivos eram bem outros. E isso vem de tempos, afinal porque você acha que jogamos com o banguzinho em 1995? Em prol de quê? De algo muito maior e do qual nos orgulhamos muito até hoje. Já o banguzinho, sabemos o que aconteceu, ganhamos um título, mas qual era a escalação daquela equipe mesmo? Não vale jogar no Google.

      Abraço.

  9. giovani montagner madruga permalink
    março 1, 2010 8:32 pm

    só lembrando, wianey carlet é o mesmo que gritava, ao microfone da rádio a qual trabalha, o elaboradíssimo “cadê as provas”, quando o psol, em entrevista coletiva, sobre a ligação da ex-governadora em exercício com os escândalos de corrupção em seu governo.
    acho o gauchão a competição mais desnecessária do calendário. por causa dela, os clubes praticamente abdicam da pré-temporada, comprometendo o ano inteiro de competições, além de forçar os jogadores a um número abusivo de jogos. sem comentar, mais profundamente, sobre o risco de lesão, por falta de condição física adequada.

    • Rodrigo Rodrigues permalink*
      março 1, 2010 8:36 pm

      Giovani,

      Onde eu assino?

      Abraço.

  10. Sancho permalink
    março 2, 2010 10:51 am

    I. Sobre o que Giovanni disse -de o Gauchão atrapalhar o calendário-, necessitaria de um texto muito grande para ser postado aqui. Isso é falso. Apenas ressalto que a premissa por trás desse raciocínio é “não gostar dos Estaduais”, assim a mera existência desses torneios atrapalharia o calendário pelo simples fato de que eles não deveriam existir (ou reduzidos a uma copinha em, no máximo 4 datas, a título de concessão; ainda assim, de nariz torcido porque, no fim, atrapalharia do mesmo jeito). Isso vai longe, e eu não quero, nem posso entrar nesses detalhes agora.

    II. Sobre a maioria do fatos listados por mim serem ligados ao Internacional, isso não serve como argumento refutativo. O Gauchão é, por excelência, o campeonato em que Grêmio e Internacional disputam supremacia. Isso sequer é fenômeno exclusivo do campeonato do Rio Grande do Sul. Isso, na verdade, é o mais comum. No máximo, uma liga é disputada -efetivamente- por 4 clubes. Para ficar na Europa: na Espanha e na Escócia, são 2; em Portugal, na Itália e na Holanda, são 3; na Inglaterra, são 4; na Alemanha, 1 domina e há diversos postulantes abaixo. Em todos esses torneios, as comparações são feitas entre os grandes; não ser campeão é considerado fracasso; e ficar atrás de clubes menores, vexame.

    III. Sobre as escalações, isso não vale para mim. Eu sequer sei a do Grêmio de 2001; e olha que é o maior Grêmio que vi jogar. Tampouco sei os nomes dos sete heróis da Batalha; e isso que são só sete, aconteceu recém em 2005, e eu acho o título mais importante da História do Grêmio.

    IV. O meu ponto é que Gauchão era importante até bem pouco tempo atrás, em que a disputa pela hegemonia local não impedia, nem tampouco atrapalhava, Grêmio e Internacional de buscarem títulos regionais, nacionais e internacionais.

    Um abraço.

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