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No papel, temos o melhor meio-campo do país

agosto 29, 2009
Foto: Agência/AFP - Globoesporte.com

Foto: Agência/AFP - Globoesporte.com

A contratação de Fábio Rochemback foi muito boa. É um jogador técnico e brigador e que, em forma, só tem a agregar qualidade técnica do Grêmio. Um jogador ideal para Paulo Autuori seguir com seu trabalho no Olímpico.

Rochemback já foi especulado anteriormente no Grêmio, quando ainda estava atuando pelo Middlesbrough, no começo de 2008, mas não houve sucesso nas negociações. Um ano e meio depois, o jogador sai do Sporting Lisboa, onde esteve insatisfeito, para ir ao Grêmio por empréstimo de dois anos.

Apenas resta saber qual será a forma física do jogador. Mas com condições ideais e entrosado com o resto do grupo, sigo a mesma linha de Lédio Carmona. O Grêmio passa a ter, ao menos no papel, o melhor meio-campo do país, com Rochemback, Adilson, Tcheco e Souza. E ainda há Túlio, Douglas Costa e Renato (destaque do Campeonato Paulista 2008) para compor elenco.

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9 Comentários leave one →
  1. agosto 29, 2009 8:52 pm

    Voce esqueceu de citar o William Magrão que esta em fase final de recuperação e pode compor melhor ainda esse elenco, e espero que esse time de liga o mais rapido possivel e que possa conseguir a vaga na libertadores onde ai sim teremos uma boa base pra ser tricampeão da américa. abraço.

  2. JuandeRamos permalink
    agosto 29, 2009 9:17 pm

    bruno, acho que times como o palmeiras, são paulo, inter tem o meio campo melhor do que o do Grêmio

  3. agosto 29, 2009 9:51 pm

    Juande, eu tomei o cuidado de colocar “no papel”. Na prática, a coisa é outra. Por exemplo, acho que o melhor meio-campo atualmente é o do Palmeiras. Mas em termos de opções, o Grêmio tem mais. O meio palmeirense tem como pilares Pierre, Edmilson (que pode ser deslocado para zaga), Diego Souza e Pierre. De resto, muito comum. Souza é o volante de maior potencial, mas bem inferior ao Adilson, por exemplo.
    Quem tem mais opções atualmente é o São Paulo. Contudo, há peças que até agora não renderam o esperado. O Arouca não é o mesmo do Fluminense. Hernandes é um brilhante jogador, mas neste ano está muito aquém, apesar de se encontrar numa crescente. Porém, posso concordar com você, que em nomes, o São Paulo tem o melhor meio-campo.
    Já o Inter, eu fico relutante. Considero Giuliano, Guiñazu, Andrezinho e Sandro bons jogadores. Acho que equilibra. Porém, considero Souza melhor do que o D’Alessandro, por exemplo. Adilson é um volante com enorme potencial e está amadurecendo.
    Túlio é simples, mas vem jogando bem com seu “arroz e feijão”. Douglas Costa perece que está deixando de ser aquela eterna promessa. Tcheco pode ser criticado por muitos, mas é um dos poucos jogadores que dão qualidade no toque de bola. Renato tem ótimas críticas, principalmente pela campanha do Paulistão 2008, em que foi vice com a Ponte Preta. Se Rochemback conseguir recuperar a forma física, vai agregar muita qualidade. William Magrão recuperado se torna excelente opção de jogo.
    Mas é claro, ressalto que tudo isso é teórico, no papel. Precisamos aguardar a parte prática.

  4. agosto 30, 2009 1:30 am

    No papél o que se joga é megasena. Nosso jogo é futebol. É ou não é? Esse se joga na grama. Precisa ter força, ter raça e pegada. Aquela tal pegada que o desanimado e desanimador treinador do Grêmio diz que não é necessária, que tudo é uma questão de posicionamento.
    Nada contra a opinião de Carmona, afinal todos têm o direito de opinar, mas o que sei é que aquele que não ‘pega’ com força, acaba deixando escapar.
    Até um simples papél.
    Grêmio é o nosso nome, ‘pegada’ é nosso codinome.

  5. agosto 30, 2009 2:12 am

    Ah sim, Alves, naturalmente futebol se decide no gramado. Mas qual seria a graça de não especular um pouco em debates entre os torcedores? Isso também faz parte do futebol. Por isso, podemos sim falar em papel no futebol.

    Sobre a questão da pegada, já coloquei aqui o que acho a respeito. O problema do Grêmio mesmo está nos desarmes, mas isso é questão de entrosamento e tempo. Afinal, Autuori pegou um time com Brasileirão já em andamento, teve que reformular parte do elenco (saídas de Ruy, Jadilson e Fábio Ferreira) e implantou novo esquema tático, o 4-4-2, depois de meses de 3-5-2. Portanto, prefiro esperar.

    E acho que Autuori errou no conceito de pegada. Apenas isso. Porém, também não acho necessária toda essa polêmica que gerou por conta dessa declaração.

    Até mais.

    • agosto 31, 2009 10:54 pm

      Bah, amigo, não quero criar polêmica, mas apenas gostaria de dizer que Autuoti já treinava o Grêmio bem no comecinho do Brasileirão, na terceira rodada, contra o Vitória, quando aliás fez um belo fiasco. Já o problema da reformulação de elenco durante a competição é um mal com o qual todo clube brasileiro necessita conviver, além do que foi Autuori quem ‘demitiu’ os laterais Ruy e Jadílson. Quanto à mudança de esquema, venho insistindo em meu blog que, na verdade, o 4-4-2 de Autuori sempre teve três zagueiros. Ou não é isso?
      Enfim, eu tenho certeza de que o Imortal contratou o treinador errado, no entanto a maioria dos gremistas não concorda com esse meu pensamento. O tempo dirá quem está enganado. Tomara que seja eu. Tomara que Autuori ‘se’ acerte.
      E dá-lhe Grêmio, PENTA CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 2010.

  6. Roberto permalink
    agosto 31, 2009 12:20 am

    Realmente se formos olhar em opções por setor, o Grêmio tem sim realmente o melhor meio de campo do Brasil. Mas o problema é fazer esse meio de campo funcionar, principalmente nos jogos de fora (quem viu o jogo de hoje, contra o Botafogo, viu Tcheco e Souza como duas menininhas na hora que tocavam na bola nos ultimos 15 minutos, tamanho o medo de prender ou de arriscar algo para cavar uma falta e retardar o jogo!).
    E os outros 19 times do Brasileirão não vão esperar o meio de campo “dar ligar” para finalmente podermos ganhar fora.
    Enfim, preferia um meio de campo com menos opções mas que funcionasse quando realmente precisa, do que várias opções para um meio de campo que falha as vezes.

  7. agosto 31, 2009 12:32 am

    Concordo Roberto quanto ao Souza e Tcheco. Aliás, até farei um post a respeito depois da análise do jogo, que será feita pela Daiane. Mas este é um assunto que merece destaque. Por que Souza e Tcheco desaparecem em jogos fora de casa?

  8. setembro 3, 2009 3:56 am

    Estamos correndo menos que times médios. Perdemos Carraveta para o poderoso colorado, preparadores físicos para o Mano Menezes. Precisamos correr o dobro do milionário internacional e próspero São Paulo. Preparo físico, trabalho árduo, realismo, são o único caminho. Somos inferiores técnicamente e em poderio econômico, dura e fria realidade.

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