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Não foi só o GREnal que decidiu o futuro de Roth

abril 8, 2009

 

Foto: Fernando Gomes

Foto: Fernando Gomes

Como era de se esperar, Celso Roth guarda mágoas da direção por sua saída no Grêmio. Para o técnico, a diretoria tratou o GREnal como se fosse mais importante do que a Libertadores e isso precipitou a sua demissão. Também afirmou que dirigentes de futebol são torcedores de cargo (manteria ClicRBS).

Celso Roth escolhe os motivos errados para a sua demissão. A derrota no GREnal 376 pode ter precipitado a sua saída no clube, mas de longe foi um fator isolado.

Os atritos entre o técnico e a direção são de longa data. Inclusive, o departamento comandado por André Krieger chegou a ser chamado de amador por Roth.

Antes do GREnal 376, Celso Roth não fez questão de esconder de ninguém que a decisão de usar titulares no clássico não fora dele. O treinador tirou a sua responsabilidade e deixou Krieger e Duda Kroeff na linha de frente. Não que Roth fosse obrigado a fazer isso, mas tal atitude desgastou ainda mais a relação entre as partes.

A enorme pressão que se fez em Celso Roth, tanto por parte da mídia esportiva quanto pela torcida, muitas vezes foi exagerada e injusta. Por outro lado, o treinador pouco ajudou  para amenizar esse contexto adverso e minou a sua relação com a única parte que o defendia, a direção, e no final ficou isolado. Quebrando esse último laço de estabilidade, a permanência de Celso Roth se tornou, de fato, insustentável.

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